Sei que a história a seguir, para os que me conhecem, já deu muito pano para manga e muitas risadas, mas contarei aqui para ouvir mais opiniões acerca do ocorrido. Entreouvido por aí....
Uma nobre colega, encantada com seu chefe garotão, engata uma história de "amor" com o fulaninho, mais para paixonite aguda, e, cá entre nós, cama. Entre uma saída e outra , o tom profissional ia ficando de lado, e as coisas começavam a esquentar.
Em uma noite regada a bebida, os bonitinhos foram para o cinco letras mais próximo, fazer o que era trivial já, o feijão com arroz. Eis que o moçoilo, até então homem respeitado, pega as mãos da jovem e guia para aquele lugar (que tem apenas duas letras), aquele mesmo que é sagrado para a maioria dos homens (ufa), e sugere o toque, não somente com um, mas com dois dedos, pasmem!
Há mais de dois anos, tento descobrir se a índole do rapaz foi a de promiscuidade, bissexualismo, homossexualismo, ou se é normal e eu que estou papando mosca, atrasada no tempo e perdida no espaço. Durante a enquete que venho fazendo, as opiniões se dividem: Joga ou não no time do Dicésar e do Serginho? Torce ou não pelo time das Laranjeiras? Quem aceita um dedo, gostaria de algo mais "robusto"?
Meninos, as nobres donzelas, nós, precisamos saber.
